O Campeonato Mundial de Fórmula 1 de 2020 foi a 71ª temporada do Campeonato Mundial de Fórmula 1. Equipes e pilotos competiram para serem campeões mundiais de construtores e de pilotos, respectivamente. Com a saída do Grande Prêmio da Alemanha, o retorno do Grande Prêmio da Holanda e a estreia do Grande Prêmio do Vietnã, o campeonato teria 22 etapas e poderia ser considerado a maior temporada da história. Contudo, o avanço da pandemia de COVID-19 provocou o cancelamento de treze etapas do campeonato, sendo substituídas por outras oito.
O campeonato que estava previsto para começar em 15 de março na Austrália, foi adiado e iniciou somente em 5 de julho na Áustria, tendo um total de 17 etapas, encerrando-se no dia 13 de dezembro no Emirados Arabes Unidos. Além das etapas que já estavam previstas em contrato, a categoria adicionou os Grandes Prêmios da Estíria, 70.º Aniversário, Toscana, Eifel, Portugal, Emília-Romanha, Turquia e Sakhir.
Lewis Hamilton defendeu com sucesso o Campeonato Mundial de Pilotos pelo terceiro ano consecutivo, conquistando seu sétimo título no Grande Prêmio da Turquia, o quarto de forma consecutiva, igualando o recorde de Michael Schumacher. A Mercedes também defendeu com sucesso o Campeonato Mundial de Construtores, conquistando o título pelo sétimo ano consecutivo no Grande Prêmio da Emília-Romanha e superando o recorde da Ferrari conquistado entre 1999 e 2004.
Mudanças nas Equipes
A Red Bull GmbH, empresa controladora da Red Bull Racing e da Scuderia Toro Rosso, renomeou a Toro Rosso para "Scuderia AlphaTauri". A equipe usa o nome de construtor "AlphaTauri". O nome é derivado da marca de moda AlphaTauri de propriedade da Red Bull.
Mudanças nos pilotos
Esteban Ocon assinou um contrato para disputar o campeonato de 2020 com a Renault, substituindo Nico Hülkenberg.
Robert Kubica deixou a Williams no final do campeonato de 2019 e juntou-se à Alfa Romeo como seu piloto reserva. Com Nicholas Latifi, que terminou como vice-campeão do Campeonato de Fórmula 2 da FIA de 2019, substituindo Kubica na equipe inglesa na temporada seguinte.
Mudanças no meio da temporada
No dia 30 de julho o piloto Sergio Pérez da Racing Point testou positivo para a COVID-19. Apesar de constar na lista de participantes para o Grande Prêmio da Grã-Bretanha ele foi substituído por Nico Hülkenberg.
O companheiro de equipe de Pérez na Racing Point, Lance Stroll, sentiu-se mal antes do Grande Prêmio de Eifel e testou positivo para a COVID-19 no dia da corrida. Com isso, Hülkenberg novamente competiu pela equipe.
Após Romain Grosjean sofrer queimaduras nas mãos em um grave acidente no Grande Prêmio do Barém, a equipe Haas promoveu o piloto de testes Pietro Fittipaldi para fazer sua estreia no Grande Prêmio de Sakhir. Isso o torna o primeiro neto de um piloto de Fórmula 1 a se tornar um piloto de Fórmula 1. Devido sua recuperação, Grosjean também não participou da última prova da temporada, o Grande Prêmio de Abu Dhabi. Com isso, Fittipaldi disputou sua segunda corrida pela equipe.
Lewis Hamilton testou positivo para a COVID-19 antes do Grande Prêmio de Sakhir e foi forçado a ficar de fora da corrida.[74] George Russell foi transferido para ocupar o lugar de Hamilton na etapa de Sakhir, enquanto Jack Aitken substituiu Russell na Williams nesta etapa.










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